Arquivo da categoria: Pinhão Fixo

Drawing Something

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Copiado, literalmente.

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Gear Ring

Gear Ring é a criação e o primeiro empreendimento da empresa sediada em Nova York, Kinekt Design, o produto é detalhado e complexo o suficiente para proporcionar diversão, mas simples o suficiente para ser vestido.

Todo feito em aço inoxidável de alta qualidade, possui seis micro-engrenagens de precisão que realmente funcionam e quando se brinca com as bordas externas elas se movimentam em um sistema harmônico.

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Expresso Pedal

Mais do que trabalho ou simplesmente diversão, a bicicleta é para eles um estilo de vida.

Credits :  Sergio Caldas  (Director)

Via : Facebook do Albert, massa

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Mão na Roda, tema : Idéia Fixa

 

Tá lançado o evento oficialmente :

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Ah, San Francisco

Milano Fixed Archive » cog of love

Milano Fixed Archive » cog of love

Silas devendo os modelos de COG para testes do Pessoal

e Saudades de outro lado do mundo.

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SINGLE SPEED por Igor Myamura

Single speed: uma lembrança de como pedalar pode ser divertido.

Depois de um tempo afastado do ciclismo por conta de um acidente, a alguns meses atrás voltei a treinar. Senti meu corpo lento, pesado… fora de forma mesmo e senti que era hora de recomeçar… dar reestart mesmo e começar da base mesmo… ou quase.

Quem me ensinou sobre quadros, construção e pedais foi meu avo que tinha suas experiências trazidas com ele quando migrou da Europa. Quando comecei a realmente querer pedalar minha bike não tinha marchas como a da maioria das pessoas… mas tinha ainda uma coisa a menos! a CATRACA!!! Pois é… de dar inveja a muitos… hehehe… eu comecei pedalando uma bike com roda fixa. Durante muito tempo treinei assim… Eu odiava! mas me deu muita força e base. Com a roda fixa vc aprende a pedalar de verdade, a sentir a bike realmente… e a ficar bem cansado tb hehehe. Passada essa época fiquei muito tempo com uma bike feita de aço 1020 por ele com catraca de 3 marchas e coroa de 44 dentes, mas a usava como bike single speed. Ela não tinha cambio, na verdade antes de sair de casa eu tinha que pensar bem em qual das 3 eu ia colocar a corrente pra sair pra treinar. Me diverti muito com ela, mas sempre sonhava com o dia que ia usar as benditas marchas! sonho de qualquer garoto uma bike com marchas! Naquela época era tão pop ter marchas que o pessoal colocava até em caloi cross!!!!
Pois bem, depois da primeira bike com marcha tudo muda… sua visão muda, seu treino muda … sem contar aquela fase de moleque que vc adora ficar cambiando hehehe. Apesar de saber do valor da base onde fui criado, talvez eu nunca tenha me dado conta de como aquilo foi valioso.

Bem, voltando ao assunto do recomeço, minha estradeira estava distruída… foi um bom pretexto pra voltar as raízes. A grana tava curta… resolvi então fazer um novo quadro pra mim… mas não com uma liga super cara ou ao menos especial… resolvi que ela seria feita com aço comum pra bicicletas. Isso garantiria que ela ficaria com o mesmo peso da minha estradeira com marchas, não sairia caro e poderia bater nela sem dó!
Pois bem, a idéia inicial era usar fixa, mas o bom senso ou falta de coragem me fez optar por uma catraca mesmo… usando uma relação 44 x 20 voltei a treinar. no início é um pouco estranho, mas logo vc se acostuma a falta das marchas e quando ve, percebe que uma relação como essa não te deixa sentir falta de marchar mais leves e nem pesadas no plano… só nas decidas é que vc sente um pouco de falta de “peso”. Derrepente, o que era pra ser um treino de base se tornou diversão! Vc se ve num mundo mais simples, com menos manutenção, menos “cuidado pra não estragar algo”… vc esquece o resto e se preocupa apenas em pedalar! Fora que o amigo do alheio nem te dá atenção! É de lavar a alma.

Não estou dizendo que vivo sem minha mtb e minha estradeira com marchas, pq eu ainda as adoro, mas as vezes menos é mais mesmo e vale pela diversão e pelo treino, pq vc realmente TREINA com uma single.

Atualmente estou usando na cidade uma mtb single com pneus slick 1.5 e tem sido meu transporte diário. Não penso em outra bike hoje pra uso urbano.

Deixo minha estradeira pras estradas e minha MTB pra trilhas de verdade que são o lugar delas.

Obrigado a todos!
por Igor Miyamura

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voce sabia ?

Diretamente da lista do fixasampa :

Nos cubos de fixa o espaçamento depende da distancia entre as gancheiras traseiras:

120mm – Pista;

130mm – Estrada (convertida em fixa)

135mm – MTB (convertida em fixa)..

Ao comprar/ganhar/trocar se atente a isso.

(valeu luis, nem eu sabia )

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Junk

Junk

Motorcars, handlebars, bicycles for two
Broken hearted jubilee
Parachutes, army boots, sleeping bags for two
Na na na na jamboree
Buy buy…
Motorcars, handlebars, bicycles for two
Broken hearted jubilee
Parachutes, army boots, sleeping bags for you
Na na na jamboree
Buy buy…
… the shop window
Why why, says the sign in the yard
Buy buy, says the sign in the shop window
Why why, says the junk in the yard

The Beatles

Relação :  53×20…  “entre-pneus” de 35 cm me assusta.

Thanks Nemax pelo quadro, foi um achado, um presente !

Em breve ela muda de cor..vai ficar assim :

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Matemática da roda fixa

No site do Gola saiu um post bem interessante sobre a relação entre pinhão, coroa e skids:

A relação da sua roda fixa influência na hora do skid, não só na facilidade de parar a bicicleta mas também na vida do seu pneu traseiro. Existe uma famosa tabela que já passou por vários blogs e mostra os skid spots/skid patches para cada relação, mas como chegamos nesse número sem a tabela?

Imagine uma relação 44×44 (ou seja, coroa de 44 dentes e pinhão de 44 dentes também), para simplificar podemos dizer que é uma relação 1:1 (ou um pra um). Numa relação 1:1 cada volta no pedal/coroa equivale a uma volta completa da roda traseira/pinhão, ou seja, o pneu acompanha o pedal, isso significa que você tem apenas um skid spot/patch. Da mesma forma com uma relação 4:1 (por exemplo 44×11) o pinhão/pneu gira exatamente 4 vezes para cada volta completa da coroa/pedal, isso significa um skid spot/patch, pois por mais que o pneu não acompanhe o pedal, quando o pedal completa uma volta o pneu completa 4 voltas e estará na posição inicial/do começo do giro.

Tá, mas e para relações onde o pneu não da a volta completa a cada pedalada? Suponha agora a relação 44×16. Para cada volta no pedal o pneu da 2.75 voltas (44 / 16 = 2.75). Para voltar à posição inicial do giro precisamos de quantas pedaladas? Vejamos: 2.75 é uma volta no pedal. Duas voltas no pedal significa 2.75 * 2 que é igual a 5.5 voltas, ainda não volta para a posição inicial. Três voltas no pedal = 2.75 * 3 = 8.25, nada ainda. Agora na próxima volta temos 2.75 * 4 = 11, ou seja, depois de quatro voltas/giros no pedal o pneu deu exatamente 11 voltas, isso significa que ele voltou pra posição que estava em relação ao pedal. Isso quer dizer que quando travamos o pedal o pneu pode estar em quatro pontos diferentes, ou seja, temos 4 skid spots/patches.

A matemática por trás disso tudo está na relação de “primacidade” entre o número de dentes da coroa e do pinhão. Se os números de dentes da coroa e do pinhão forem primos entre eles, ou seja, sem divisores comuns, o número de voltas necessárias no pedal para voltar à posição inicial do pneu em relação ao pedal é igual ao número de dentes do pinhão. Por isso no caso da relação 1:1 ou da relação 4:1 o número de skid patches é 1. Voltando para a relação 44×16, os dois números podem ser divididos tanto por 2 quanto por 4, neste caso o jeito é achar o máximo divisor comum dos números e dividir o número de dentes do pinhão pelo MDC, chegando assim no número de skid patches. O MDC de 44 e 16 é 4, 16/4 = 4, portanto, 4 skid patches. Outro jeito de visualizar isso é simplificar a relação: 44:16 = 2.75, se dividirmos os dois números por 2 temos 22:8. Mais uma vez dividindo por 2 temos 11:4, 11 é primo, portanto não podemos mais simplificar a relação, então chegamos no número 4 mais uma vez.

Alguns exemplos para terminar:

  • 46×18: simplificamos para 23×9 (dividindo a relação por 2), como 23 é primo, o número de skid patches é 9.
  • 53×20: 53 é primo, portanto temos 20 skid patches.
  • 50×20: simplificando /2 -> 25×10 /5 -> 5×2, ou seja, 2 skid patches.
  • 48×17: 17 é primo, portanto temos 17 skid patches.

Aliás, se você tiver curiosidade para calcular, nada de tabelinhas, clique aqui.

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Emprestando uma fixa…..

Desde que apareceu na lista “***” que o yammas queria ir pra Sorocaba de fixa e queria acompanhar a galera, empolguei de emprestar a Hildegard.

Eu não ia poder usar, nem ir junto,  pois estaria resolvendo uns problemas pessoais em OUTRA CIDADE.

Bom emprestei, inclusive pra testar o quadro com as gancheira que modificamos e que o Silas ta fazendo e vendendo.

Vai e vem ele foi pegar a bike em casa. Tinha dado um “up”(conserto) nela, trocado corrente, coroa,  enfim “teoricamente melhorado(vulgo colocado pra rodar de novo- velharia é foda )”. Mas não tinha testado ( erro fatal, pois testar uma fixa e ajustar demora um tempinho )

Ele apareceu por la pra pegar a bike , e demos todos alertas possiveis a quem nunca andou de fixa, ou não tem experiencia  :

-olha é baixa

-cuidado….ela anda diferente…, toma cuidado é so freio da frente….todos mandamentos do canna ….. todos bla bla bla…

Eis que peço pra ele me trazer ela de novo, que não estaria por la e que ele poderia deixar com guardinha na rua…..:

“Cara…
O guarda quase me deu uns pipocos…
eu cheguei ali perto da guarita e o cara não tava lá .. aí encostei a bike e
fiquei hondando para ver se o cara tava mais pra baixo na rua…
Ai voltei, esperei perto da guarita e nada do cara…
achei que ele tava jantando ou c*******…..
depois de uns 10 minutos ví a luz do freio de um carro estacionado na frente
da guarita piscando, cheguei mais perto e o cara saiu: “vai, vai…  fala o
que que você quer!!!!…  fica rondando aí…  uns tempos atrás aí teve um
cara que levou uns pipocos aqui PQ tava tentando roubar o carro…”
Eu disse: “boa noite senhor..  eu sou amigo do *****…  só vim aqui deixar
a bicicleta dele!”
Percebí um ar de alívio nele…
Ele achou que eu tava hondando a caminhonete pra roubar…
hahahahahahahahaha

Bom…
A bike tá entregue….
Agradeço demais a sua confiança e prestatividade e apesar de não ter andado
mais do que 10km com ela achei super legal…
O prazer de pedalar uma fixa é realmente algo que não se explica.

Então, pedalei aquele dia que a peguei até em casa e da metade do caminho
percebi que o pedivela / coroa estavam soltando…
Tentei apertar os parafusos mas não consegui segurar a parte de trás
direito… e o parafuso central do pedivela parecia estar meio solto
também…  dei uma apertada pas parece que tá com jogo….  é assim mesmo???
Tentei abaixar o banco mas também não consegui….

acabei não indo pra sorocaba PQ o banco tava meio alto e o pedivela não tava
bem preso….
Lógico que eu acabei saíndo sábado a noite o que dificultou que eu
despertasse a tempo para estár às 5:00 na praça das bikes….  hehehehe

Show..
é isso aí…
abração.. falamos!@!”

Bom, foi engraçado…..Se precisar de novo, empresto sem problemas, mas prometo dar uma checada antes.

Bom, os perigos da fixa não são só ao pedalar …. 😛

 

 


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