Not bambu, handmade bicycle

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Pra quem perdeu a primeira edição do SWAP MEET, aqui vai mais uma chance…sempre naquele esquema familiar e tranquilo, muita idéia, papo sobre fixas, música boa e tudo mais…todos são bem vindo, sempre lembrando dos seguintes detalhes:
1. Todas as negociações e trocas só serão feitas com dinheiro vivo, então não vacile e venha preparado.
2. A loja abrirá às 11hs e a montagem dos espaços para trocas só poderá ser feitas até às 12:30.
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Oficinas fazem modelos artesanais sob medida para os clientes
Claudia Jordão | 26/10/2011, e “Pscycle ” fazendo as noticias se espalharem.
Alteradas, feitas sob encomenda ou montadas com peças de marcas diferentes, as bicicletas também podem ser únicas. Importada dos Estados Unidos e da Europa, essa moda chegou a São Paulo graças ao trabalho de alguns proprietários de pequenas oficinas. Os integrantes da turma customizam, projetam e montam modelos a partir de componentes produzidos por eles ou vindos de fora, como o desejado banco inglês Brooks, que é feito a mão e se adapta ao corpo do ciclista. Apesar dos preços (a brincadeira começa na faixa de 1.000 reais), eles não estão dando conta da quantidade de encomendas atuais. “Há dois anos, eu entregava dois pedidos por mês”, afirma Igor Miyamura, que constrói quadros e trabalha em Ibiúna, a 70 quilômetros da capital. “Hoje, entrego quinze.” Quem o procura precisa aguardar até dois meses para receber a peça. “Nos dias que antecedem as férias, o movimento fica ainda maior”, diz o artesão.
Cada profissional agrada mais a um perfil específico de cliente. Miyamura é procurado pela tribo que curte bicicletas fixas (sem marchas e, às vezes, sem freio). Nesse caso, com 1.000 reais, é possível ter um bom exemplar. Quem prefere veículos velozes costuma bater à porta do construtor Klaus Poloni, dono de uma oficina no município de Pedreira, a 130 quilômetros de São Paulo. Seus quadros, feitos de material de ponta, levam pelo menos quarenta dias para ficar prontos e custam cerca de 5.000 reais.
O artesão Fedric Kessuane, com um ponto na Vila Formosa, na Zona Leste, é especializado em modelos de passeio e faz versões completas com bancos rebaixados e garfos longos, conhecidas como low bikes, a partir de 1.800 reais. Esse estilo nasceu na comunidade latina dos Estados Unidos nos anos 60 e, associado ao movimento hip-hop, ganhou com o passar do tempo adeptos em outras partes do mundo. Geralmente, o ciclista que opta por essa encomenda busca exclusividade e perfeição. “Já tive muitos tipos, mas só esse veste o meu corpo como uma roupa”, afirma o empresário Richard Dünner, de 58 anos, um dos clientes de Poloni.
A loja T&J, na Vila Madalena, trabalha como se fosse uma alfaiataria sobre duas rodas. Seus funcionários tiram as medidas dos clientes e enviam as informações a oficinas no Chile ou nos Estados Unidos, que fazem as peças customizadas e seguem outras especificações pedidas, da cor ao material do quadro. Depois de tudo pronto, os artefatos são remetidos ao Brasil para a montagem. O processo dura em média 45 dias e custa a partir de 3.000 reais. “Estamos em operação há um ano e já vendemos quarenta bicicletas sob medida”, conta Pablito Gallardo, sócio da T&J.
MODELOS PERSONALIZADOS DE BIKES
Categoria: fixa
Artesão: Igor Miyamura
Características: quadro de aço sob medida e inclinação do selim de 72,4 graus
Preço: a partir de 1.000 reais
Categoria: low bike
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: modelo Manhattan Flyer 1999 modificado. As antenas, os paralamas e os suportes de roda foram inspirados num Cadillac 1939
Preço: 4.000 reais
Categoria: cruiser híbrida
Artesão: Fedric Kessuane
Característica: estilo rat bike (sem pintura, a bicicleta é valorizada pela ferrugem que se acumula com o tempo)
Preço: a partir de 2.500 reais
Categoria: low bike
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: Schwinn 1968 restaurada. O modelo ganhou nova cor e protetores de corrente (em forma de AK-47) artesanais
Preço: a partir de 3.000 reais
via Veja São Paulo ou nas bancas
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Coloquei Swap Meet 01 no título porquê tenho certeza que virão muitas outras. Acho que o Chris Velodeath falou tudo, então reproduzo aqui o texto dele do VD:
O primeiro Swap Meet foi simplesmente sensacional, foi o primeiro de muitos, uma galera incrivel e na mesma vibe, claro que não poderia ser diferente o sucesso que fez. Rolou muitas trocas e negociações honestissimas, comida brutal do Jean e do Alan Chaves, sonzera comendo solto, amigos e novas amizades.
Agradecer todos os brothers que fizeram do encontro se tornar real, desde nós mesmos do Night Ride FGSP, o espaço da Tag’n’Juice até o brother Patrick Thames do Pedal Consumption que deu uma força no evento, Fixed Gear SP é assim, simples pra caralho e todo mundo é bem vindo no role. Pedal – True til Death!
Valeu!
Queria agradecer ao Gav, diretor do documentário BÖIKZMÖIND por ceder o filme para nós exibirmos na nossa swap meet. Posso dizer que vale a pena comprar
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Saiu a nova edição (#5 já) da revista online Stoked on Fixed Bikes. Sempre uma boa leitura
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E quem pensa que no DMSC , não tem fixa…tem fixa sim.
Amauri Fixie Jr, presente no Café da manha do Ciclocidade, tirou algumas fotos por la.
Contamos com a presença Fixa do Santiago, Talita, Sabrina, Haase, Aline, Martim, Vitor, Rodo e pelo menos mais uns seis ou sete fixos.
Destaco essa aqui….não consegui descolar dela. Uma Colnago 2011, série limitada do nosso amigo GIBA que esqueci o nome pela terceira vez, e que a Fernanda fez lembrar.
E as ” outras” pq depois dessa tudo é outras…(#babababybaba)
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Opa, hoje é o aniversário do Grande Renan !
O blog e todos amigos dele que são Pscycle´s mandam um forte abraço ! Força no pedal !
Como relembrar é viver, é engraçado como conheci esse grande cara na noite de São Paulo. Eu vivia voltando do centro na madruga paulista várias vezes encontrava ele indo ou voltando do trampo, era engraçado e legal , essa coisa que só a bike pode te trazer dessa forma … amigos.
Disso pra ir bicicletada foi um passo….
Da bike de marchas pra Mafalda, foi um passo mal dado, uma queda, hehe, mas ja deu pra levantar e muito bem !
Lembro das mil tentativas de alinhar a corrente com o maldito movimento central transformer na monark, de cortar o guidão drop, da tentativa de SOLDAR o pinhão pra não soltar mais, entre muitas que a gente ja passou e aprendeu juntos !
De Mafalda para a Felt…uma Evolução foda !
E não basta so dizer isso, o cara tem coração bom !
Da uma olhada no blog dele !
E ainda ajuda a divulgar as fixas em SJC, aqui !
Abração ai, Danoninho !
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